| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Falconiformes |
| Família: | Falconidae |
| Leach, 1820 | |
| Subfamília: | Herpetotherinae |
| Lesson, 1843 | |
| Espécie: | M. ruficollis |
O falcão-caburé é uma ave falconiforme da família Falconidae.
Também conhecido como gavião-mateiro, gavião-rasteiro, gavião-caburé, taguató-ferrugem, taguató-mateira, gavião-mateira, caburé, taguató-caburé, coã-mirim, coãzin.
Seu nome científico significa: do (grego) mikros = pequeno; e astur = açor, milhafre, referente ao gênero Astur de Lacépède, (1799); e do (latim) rufus = marrom, castanho, vermelho; e -collis, collum = pescoço. ⇒ Pequeno milhafre de pescoço castanho.
Existem 6 subespécies válidas, 2 presentes no Brasil:
As outras:
Alimenta-se de grandes besouros e outros insetos, passarinhos, pequenos lagartos, cobras e pequenos mamíferos como marsupiais do gênero Gracilinanus. Eventualmente captura insetos afugentados por formigas-de-correição, inclusive no chão.
Se reproduz geralmente ao fim da estação seca.Seus ovos chocam entre 33 e 35 dias depois da postura, os filhotes nascem 35 a 44 dias depois de chocar. O local da postura, defendido como território, é ocupado ano após ano, a fidelidade do casal é alta.
Comum no interior de florestas, florestas densas, capoeiras altas, matas de galeria e áreas mais arbóreas de Cerrado e Caatinga. Vive escondido no sub-bosque e no estrato médio, sendo mais ouvido do que observado. Canta frequentemente ao amanhecer (as vezes antes do nascer do sol) e ao entardecer. Não plana, vive boa parte do tempo pousado nas árvores da floresta e raramente cruza áreas abertas.
Ocorre em todo o Brasil. Encontrado também do México à Argentina.